Pro Dia Nascer Feliz
O documentário não é novidade, mas é super atual. Pro Dia Nascer Feliz, dirigido por João Jardim, trata da educação no Brasil. Com sensibilidade, traz depoimentos de estudantes e professores de diferentes regiões do Brasil. São alunos de escolas do sertão nordestino, da periferia de grandes cidades e das escolas da classe média alta. Eles falam do dia-a-dia na escola, das inquietações, dos planos, da família. Imperdível.
O trailer
Por Laís Alegretti
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“Dê o sangue” pelo Brasil
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lançou, na segunda-feira (14), campanha em ritmo de Copa do Mundo para estimular a doação de sangue. A iniciativa tem o objetivo de aumentar os estoques de sangue durante a temporada de julho, mês de férias, do frio e, nesse ano, de Copa do Mundo. Nesse período, os possíveis doadores evitam sair de casa.
O slogan da campanha da FHB, doada pelo projeto Ato Solidário, da Agência Futura, diz: “Doar Sangue é como marcar um gol: você faz sozinho, mas todo mundo sai ganhando”
O horário de funcionamento do Hemocentro é das 7h às 18h, de segunda à sexta-feira, e das 7h às 12h, no sábado. O endereço é SMHN Quadra 3 – Conjunto A – Bloco 3 (no início da Asa Norte).
Como ser um Doador de Sangue
Para ser um doador de sangue, basta:
• Ser saudável;
• Ter entre 18 e 65 anos;
• Pesar mais de 50 kg;
• Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis ou transmitidas pelo sangue;
• Não fumar 2 horas antes ou após a doação;
• Não estar em jejum, fazer um lanche leve; evitar alimentos gordurosos (ex. manteigas, bacon, ovos, gordura animal, etc.) e refeições completas (almoço, jantar) nas 4 horas que antecedem a doação ;
• É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto (RG, CTPS, RM, CRC, CNH, RNE).
Saiba mais informações aqui
por Nathália Koslyk
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4 de junho, Dia Mundial das Crianças Vítimas de Agressão, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1982, como data de reflexão e não comemorativa.
Até o século XVIII, a criança era desrespeitada e vítima de situações de exploração sexual, trabalhos forçados, entre outros diversos tipos de agressão. Em pleno século XXI, as crianças já são percebidas como seres autônomos, dignos de qualidade de vida e atenção especial, para que não tenham comprometidas a infância e a futura vida adulta. Psicologia, pedagogia, pediatria e psicanálise: tudo se aplica a essa faixa etária.
Apesar dos avanços, os casos de agressão contra crianças ainda são marcantes, e até assustadores. São milhares de ocorrências registradas, sem contar as que permanecem encobertas na forma de acidentes domésticos, quedas ou versões fantasiosas criadas pelos próprios pais ou acompanhantes. As marcas que ficam, no corpo e no psicológico, podem deixar seqüelas para toda a vida. De acordo com a psicanalista Soraya Hissa de Carvalho, a maioria das crianças vítimas de algum tipo de violência preenche os critérios de diagnóstico de desordens mentais e estresse pós-traumáticos, apresentando reduzido envolvimento com o mundo externo, re-vivência do trauma, hiperatividade, hiper agressividade e distúrbios de sono.
Segundo dados do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (CECRIA), o serviço “disque 100” recebeu em todo o Brasil, de janeiro a abril desse ano, 8.799 denúncias sobre violência contra crianças e adolescentes. Os números reais são, sem dúvida, bem maiores.
Violência, nesse caso, abrange todo comportamento que causa dano a outro ser vivo, seja físico, psicológico ou moral.
por Nathália Koslyk
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Eduardo Campos, governador de Pernambuco, anunciou ontem que, até o final do ano, todos os bebês que nascerem em maternidades públicas do estado serão registrados em 15 minutos.
O Sistema Estadual de Registro Civil, na internet, vai integrar as maternidades e os cartórios do estado. Logo após o nascimento da criança, o profissional de saúde pode, com auxílio do terminal instalado no hospital, informar os dados dos pais da criança e gerar a certidão. Em seguida, ela será validada pelo cartório mais próximo.
Por Laís Alegretti
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